Órbitas – II
Se os olhos são
As janelas da
alma
As janelas de uma casa
São os olhos
do mundo
E cada estrela,
A íris do
Universo
Quem fecha as janelas
E os olhos
No fundo
encerra
Suas frestas
E íris
Respira só duas vezes
Os pulmões
Dos que inspiram astros
Exalam sempre
Novas constelações

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