quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Órbitas – II












Se os olhos são
As janelas da alma
As janelas de uma casa
São os olhos do mundo
E cada estrela,
A íris do Universo

Quem fecha as janelas
E os olhos
No fundo encerra
Suas frestas
E íris

Respira só duas vezes

Os pulmões
Dos que inspiram astros
Exalam sempre
Novas constelações

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