Tempo, tempo, tempo
Os ponteiros de um relógio
Lento
Ou a ampulheta
Em colheita de tempo
A cada grão
De tormento
Que se isola
para sustentar
a chama
e o rompimento
do que é agora
e do que fui
em grãos
de complementos.

João,
ResponderExcluirObrigado pelo envio dos excelentes poemas. Acredito que ao cabo dos 365 dias teremos um belo livro. Parabéns pela ideia.
Agradeço o retorno, Alvarez. Mentes criativas reconhecem mentes criativas, creia. Um abraço. J~
ResponderExcluirTambém agradeço João, é muito bom acordar com poesia.
ResponderExcluirLelê
Nosso sonho maior é sempre estarmos juntos no mundo, né amiga Lelê.
ExcluirJ~