Cada célula de barro
Tem sua própria
Música
E cada uma
Das duas mãos
Tem seu próprio
Jeito
de tocá-la
A roda
Alimenta-se do ar
Que lhe inspira
Se dar
Sem doer
Por entre os dedos
Que aspiram
A ciranda de barro
Sem medo
De se entregar
Às mãos
Daquele homem
Naquele lugar
editora ano 1
Tem uma mesa na Biblioteca Parque Estadual (RJ) esperando por nós.
Vamos conversar sobre poesia e/ou editar seu livro.

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