Diluviano
Minha geração
Vai morrendo aos poucos
Como aos poucos
Morrem todas as gerações
Ao morrer
Lembramos do que já
Não existe mais
Sob o ângulo
Do que deixamos
Para trás
O futuro renova
As esperanças
Quando novos amigos
Aparecem
Em nosso caminho
Mesmo idosos
Mas não velhosMesmo medrosos
Mas sem medo
De seus espelhos
editora ano 1
Tem uma mesa na Biblioteca Parque Estadual (RJ) esperando por nós.
Vamos conversar sobre poesia e/ou editar seu livro.
(21) 99682 8364 - joaodeabreu9@gmail.com

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