Soneto da credulidade
Eu creio em tuas mãos que me aquecem
Através dos olhos que nunca falam de saudade
Nas ilusões verdadeiras que nunca me esquecem
Através dos sonhos que traduzem a realidade
Eu creio nas orações que rejuvenescem
Através dos espelhos que nos falam de outra idade
Nos pujas consagrados que nos renascem
Nas comunicações entre o Aqui e a Eternidade
Nas recordações do que ainda não é passado
Está apenas passando
Porque tudo que existe tem de passar
Naquelas emoções que nos trazem o futuro
Estamos apenas vivendo
Porque tudo que existe flutua no ar
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