sábado, 25 de junho de 2016

Não sei bem dos meus dias












A minha verdadeira vida
É a própria vida
Que eu sei
Que eu tenho
Entre mim e os meus ...

Deve-se à vida
Apenas o que há nela
De espontâneo
E ao mesmo tempo
Fugaz

Essa é a vida
Que faço da minha,
Como quem sabe
Da qualidade da massa
Para fazer o pão
Da idade do seu olhar
Para a visão mais plena
Diante de qualquer
Ódio ou amor

Faço da minha vida
Este momento
Que agora se abriga
Em si mesma
Com a alma mais pura
Com a loucura
Dos que não encontram
Razão nenhuma
Para deixarem de viver

editora ano 1
Tem uma mesa na Biblioteca Parque Estadual (RJ) esperando por nós.
Vamos conversar sobre poesia e/ou editar seu livro


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