Na palma da mão
Entre meus dedos
Há um cadeado
Que eu seguro firme
Um cadeado
Não de cadeia
Mas de um coração
Civil ou militar
Oriental ou ocidental
Entre meus dedos
Há uma forma de chorar
Como uma chuva
A cheirar a relva
Entre o infinito
De um grão
E o silêncio e o grito
De qualquer coração
(A questão não é só de rima
A questão não é só de cama
Nem escamas
Nem pelos...
... é só de ser)
editora ano 1
Tem uma mesa na Biblioteca Parque Estadual (RJ) esperando por nós.
Vamos conversar sobre poesia e/ou editar seu livro

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