Quando queremos alcançar um dia ou qualquer outra coisa ou pessoa não devemos procurar, não devemos deixar que a imagem do que se procura se forme antes nas retinas, estas sabem apenas procurar e se dispersam.
É preciso, antes, iluminar a própria consciência e deixá-la livre para abandonar a imagem do que se procura, e deixar que o abandono (este sim) nos aproxime do que procuramos, porque o abandono (ou desapego) materializa o que há dentro dele, ou seja, a liberdade do ser permite tornar-se real e encontrar com o olhar interior o que deixamos de procurar com as retinas.
editora ano 1
Tem uma mesa na Biblioteca Parque Estadual (RJ) esperando por nós.
Vamos conversar sobre poesia e/ou editar seu livro

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