quinta-feira, 3 de março de 2016

A minha concepção de Deus

(aprendi após tanto conviver com religiões e religiosos) é bastante pessoal e relacionada diretamente a formação histórica de um povo e às suas raízes antropológicas. Quero dizer que o teísmo é uma forma de compreender o mundo e dar uma forma tangível à nossa fé.

Deixo de lado coisas óbvias como o fanatismo (que é fruto da ignorância cega e não de um conhecimento esclarecedor) ou seu oposto alheamento (materialismo que estreita demais a existência humana a ambientes superficiais).

Porém aqui (nem tanto ao mar, nem tanto à terra) saúdo um Criador que tanto pode destruir (renovando) quanto construir (inovando), não sem antes criar. Esta sequência um materialista traduziria para Tese-Antítese-Síntese. O espiritualista hindu para Brahma, Shiva e Vishnu. Em minha linha de raciocínio, pouco importa os nomes que se deem ao círculo eterno das coisas do Universo.

Compreendo Deus porque vejo suas leis expressando-se no movimento da Natureza, onde reside o milagre de se estar em permanente rodízio, sejam quais forem as condições vividas.


Dentro de mim (dentro da Natureza) tudo reflete Aquele que nos torna espelhos de nós mesmos; imagem da Imagem.



Digitação - Revisão - Copydesk - Diagramação - Capa - Impressão
(21) 99682-8364

Nenhum comentário:

Postar um comentário